teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

Teoria criada pelo educador romeno Reuven Feuerstein e que, de forma geral, privilegia a figura do mediador – mais que um transmissor de conhecimentos, ele dá significado às informações. A teoria nasceu da experiência de Feuerstein com crianças e jovens sobreviventes do Holocausto, no final da década de 40. Segundo o educador, o cérebro é sempre modificável e, por isso, é possível elevar o nível de inteligência de crianças marcadas por grandes privações e traumas. De forma geral, a teoria é colocada em prática por meio de um programa formado por 14 exercícios semelhantes a testes psicotécnicos. O aluno explica como fez para resolver os exercícios, discute as conclusões e as relaciona com sua vida. Desenvolve a capacidade analítica, o raciocínio lógico e a auto-estima, além de trabalhar a ansiedade e a impulsividade. Esse método, que ficou conhecido como PEI (Programa de Enriquecimento Instrumental), pode ser aplicado a qualquer pessoa, independentemente de idade. É utilizado também para treinamento em grandes empresas. A teoria é atualmente disseminada em 40 países pelo Centro de Desenvolvimento de Aprendizagem de Israel e, no Brasil, já foi implantada em várias escolas da Bahia pelo governo estadual.

A teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada é conhecida pela sigla (EAM).

COMO CITAR ESTE CONTEÚDO:
MENEZES, Ebenezer Takuno de. Verbete teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada. Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2001. Disponível em <https://www.educabrasil.com.br/teoria-da-experiencia-de-aprendizagem-mediada/>. Acesso em 14 mai 2021.

COMENTE ESTE VERBETE:

A redação receberá o link deste verbete e, numa futura atualização, seu comentário pode ou não ser considerado. Faça críticas ou elogie algum aspecto, ou colabore com algum link de artigo, imagem ou vídeo que possa ampliar a compreensão dos leitores.